SINOPSE
O estudo sobre Mário Peixoto revela aspectos pouco explorados de sua vida, especialmente sua homossexualidade, através de uma pesquisa que utiliza material inédito, como cartas e diários. Com base em depoimentos de mais de setenta pessoas, a investigação busca preencher lacunas na compreensão da vida cultural do Rio de Janeiro nas décadas de 1920 e 1930, destacando a importância de encontros afetivos e intelectuais na formação de sua identidade.
A proposta vai além de uma simples análise histórica, propondo uma leitura queer que evoca sensações e experiências cotidianas. Ao revisitar o Modernismo, o autor sugere uma reflexão sobre a herança cultural, sem se restringir a valores canônicos, mas explorando a melancolia e a complexidade de um período rico em transformações.
