SINOPSE
A presença de Maria Bonomi na arte brasileira das últimas décadas é marcada por sua crítica e criatividade. Como gravadora e polemista, suas intervenções refletem um caráter estético e político, mostrando que a arte pode transformar o meio em que se insere. Bonomi enfrenta desafios ao ser mulher em um cenário que valoriza a conformidade e desestimula a discordância, o que a torna uma figura singular no panorama artístico nacional.
Seu trabalho revela a complexidade de ser uma artista em um contexto que muitas vezes não reconhece a gravura como uma forma de expressão válida. Em um tempo dominado por questões econômicas, a gravura é frequentemente vista como um produto de difícil aceitação, o que torna suas contribuições ainda mais relevantes e necessárias.
