SINOPSE
Um arquiteto é chamado para mapear um antigo armazém na região portuária do Rio de Janeiro. Ao explorar o prédio, que aparenta ter oito andares, ele descobre que, na verdade, possui doze. No último lance da escada, uma porta de ferro sem maçaneta revela uma planta de um cômodo que desafia a lógica do espaço. Ao tentar decifrar essa geometria impossível, ele se depara com a inquietante realidade de que alguns espaços são criados antes de existir fisicamente.
Com uma narrativa que mistura laudos periciais e anotações pessoais, a trama explora o horror psicológico ligado à arquitetura e à percepção do espaço. A experiência leva o protagonista a questionar a natureza do que é real, sugerindo que o mundo pode ser muito mais vasto por dentro do que se imagina. Após essa leitura, portas comuns podem parecer muito mais intrigantes.