SINOPSE
Partindo da conferência de 1942, que homenageia um importante simbolista francês, a análise proposta explora as ressonâncias desse discurso na produção poética e crítica de um renomado poeta brasileiro. A reflexão sobre a redefinição do espaço exterior através da intimidade da paisagem revela a importância dessa mediação para a evolução do lirismo nacional e seu diálogo com poetas e críticos contemporâneos.
Essa abordagem amplia a compreensão da subjetividade da alma brasileira, inserindo-a na comunidade poética global. A cartografia da alma, mediada por essa figura central, ilumina a poesia contemporânea do Brasil, destacando a transgressão de fronteiras geográficas e disciplinares.