SINOPSE
Nas últimas décadas, o envelhecimento da população e o aumento de doenças crônicas têm gerado desafios significativos na assistência à saúde. Com a evolução tecnológica, muitas condições antes fatais tornaram-se crônicas, mas a morte permanece uma realidade inevitável. Pacientes sem possibilidade de cura frequentemente recebem cuidados inadequados, focados em tratamentos invasivos que ignoram o sofrimento e não abordam os sintomas mais críticos, como a dor.
A necessidade de um equilíbrio entre a medicina tecnológica e o humanismo é urgente. A conscientização sobre o estado de abandono de pacientes idosos e a implementação de cuidados paliativos são essenciais para garantir dignidade e qualidade de vida, promovendo um atendimento mais humano e eficaz.
