SINOPSE
A trajetória da médica alagoana Nise da Silveira, que atuou no Rio de Janeiro a partir da década de 1940, é explorada em profundidade, destacando seu impacto na saúde mental no Brasil. Seu legado continua a inspirar políticas públicas e produções culturais, refletindo a importância de sua abordagem humanizada no tratamento de pacientes.
O trabalho de Nise se destacou pela oposição a intervenções biomédicas agressivas, promovendo atividades expressivas, como pintura e modelagem, como métodos terapêuticos. Sua vida e luta antimanicomial revelam uma fascinante contribuição ao campo da psiquiatria.
