SINOPSE
As origens e a trajetória do Instituto Oswaldo Cruz nas primeiras décadas do século XX são exploradas em três ensaios interligados. O primeiro analisa a evolução político-administrativa e o avanço da pesquisa e do ensino na instituição. O segundo foca no complexo arquitetônico, relacionando-o ao ecletismo e às mudanças urbanas da época.
O último ensaio destaca a figura do arquiteto responsável por Manguinhos, ressaltando seus projetos voltados para a saúde pública e a arquitetura hospitalar, evidenciando a importância de suas contribuições nesse contexto histórico.
