SINOPSE
Reflexões sobre a compreensão e a linguagem permeiam as páginas de um diário que explora a intersecção de culturas e idiomas. Em meio a paradoxos, um taxista somaliano revela a complexidade de viver em uma terra estranha, onde a luta e a fé se entrelaçam em uma mesma língua. Questões sobre liberdade e identidade emergem, desafiando a noção de pertencimento.
Com um estilo que evoca a riqueza do portunhol e outras experiências linguísticas, a narrativa se expande em busca de uma “No man’s langue”. A impossibilidade de silenciar a voz humana é celebrada, mesmo diante das censuras, revelando a vitalidade da língua como um espaço de resistência e expressão artística.




