SINOPSE
Repercussões de um movimento que marcou a França há cinquenta anos são exploradas em profundidade, revelando como suas representações se transformaram ao longo do tempo. O texto analisa as resistências e as permanências na memória coletiva, confrontando tentativas de amnésia social e instrumentalização que buscam deslegitimar esse evento histórico.
Além disso, são discutidas as diversas sociologias que tentaram explicar o fenômeno e as lideranças estudantis que procuraram monopolizar a memória do movimento, oferecendo uma reflexão crítica sobre suas implicações contemporâneas.
