SINOPSE
Uma análise intrigante revela a complexidade de um dos maiores escritores brasileiros em relação ao espiritismo no Rio de Janeiro do século XIX. Através de crônicas e contos, é possível observar a crítica mordaz e irônica que ele fez à doutrina espírita, frequentemente a qualificando de forma negativa. Essa perspectiva pouco conhecida destaca um autor que, enquanto perdoava práticas populares, condenava a nova filosofia espiritualista.
Ao explorar essa dualidade, a obra ilumina aspectos da história do espiritismo no Brasil, especialmente em sua interação com as tradições afro-brasileiras, oferecendo uma nova compreensão sobre a recepção da doutrina e suas implicações culturais.
