SINOPSE
A luta pela terra e os conflitos agrários no latifúndio da Araupel, localizado no Centro-Sul paranaense, revelam um cenário de grilagem e violência contra camponeses e indígenas. A investigação sobre os imóveis Rio das Cobras e Pinhal Ralo, que somam mais de 100 mil hectares, expõe a questão agrária no Brasil, onde o direito à terra é frequentemente negado a muitos, enquanto poucos se beneficiam.
Ao longo de mais de 40 anos, a Araupel acumulou não apenas capital, mas também devastação ambiental, tornando-se uma das maiores empresas de exportação de madeira do país. A resistência dos camponeses, iniciada na década de 1980, continua a ser uma luta vital por dignidade e sobrevivência.