SINOPSE
As últimas décadas do século XIX foram marcadas por transformações significativas na sociedade brasileira. A transição do trabalho escravo para o trabalho livre gerou um ambiente propício para que diversos grupos sociais, antes marginalizados, começassem a expressar suas críticas ao regime monárquico. Nesse cenário, Louis Couty emergiu como uma figura importante, contribuindo para o debate sobre a mão de obra e a constituição do povo idealizado pelas elites imperiais.
O estudo da atuação de Couty revela suas contribuições para a ciência moderna no Brasil, especialmente na fisiologia experimental. Ao abordar temas como escravidão e produção agrícola, ele buscou soluções para os desafios da época, mesclando conceitos evolucionistas com a realidade social do país. Essa análise proporciona uma nova compreensão das complexas relações entre raça e nação, fundamentais para entender o Brasil do final do século XIX.
