SINOPSE
Um bordão popular é transformado em um questionamento profundo sobre a realidade do sistema de saúde mental. A narrativa revela a rotina e a burocracia enfrentadas por aqueles que lidam com a “loucura”, desafiando a forma como a cultura de massa trata a crise mental. A obra provoca reflexões sobre a cumplicidade com um sistema que rotula milhões como “incapazes”, questionando o que isso realmente significa.
Através da experiência de um professor que enfrenta a máquina estatal, a história se torna uma intervenção crítica. A filosofia se entrelaça com a burocracia, levantando questões sobre o capacitismo como uma pandemia e a necessidade de uma clínica que aborde essa realidade de forma mais humana.