SINOPSE
Uma nova perspectiva sobre o universalismo dos direitos humanos e a diversidade cultural é apresentada, abordando as incertezas na efetivação desses direitos. A obra defende a compreensão dos limites difusos e imprecisos dos direitos humanos, além de discutir os desafios epistemológicos que surgem no contexto atual de hiperconectividade.
A diversidade é reconhecida como um elemento essencial à realização dos direitos fundamentais. A proposta é de harmonização, não unificação, utilizando como referência a doutrina da margem nacional de apreciação e a noção de crime contra a humanidade, enfatizando a lógica contemporânea que aceita a vagueza e os graus de verdade.
