SINOPSE
Poesia que explora os labirintos de um sentimento em transformação, a narrativa convida à desconstrução e redescoberta. No primeiro ato, o eu lírico se entrega ao amor não correspondido, onde o outro se torna um altar de perfeição, alimentando desejos que nunca se concretizam. O segundo ato revela a inevitável queda, confrontando o vazio da ausência e a dor de amar quem se mantém distante.
No ato final, o ciclo se rompe. Após atravessar a névoa da idealização, o eu lírico finalmente desperta, abrindo os olhos para uma nova realidade.