SINOPSE
Reflexões sobre a linguagem na clínica com crianças que apresentam paralisia cerebral são o foco deste trabalho. A autora, uma fonoaudióloga, compartilha sua experiência ao se afastar de abordagens que priorizam apenas o treino de padrões articulatórios, questionando o impacto da fala do adulto na vida dessas crianças, mesmo diante de prognósticos desafiadores.
A discussão se aprofunda na relação entre linguagem e paralisia cerebral, enfatizando a importância da interpretação na interação criança-adulto. A obra também explora como a terapia de linguagem pode ser redimensionada, promovendo uma nova perspectiva sobre a prática clínica e os desafios enfrentados ao longo do percurso terapêutico.
