SINOPSE
Analisam-se as relações entre estressores, estratégias de enfrentamento e estilo de liderança no contexto das unidades prisionais da Bahia. A pesquisa investiga como o estresse e um estilo de liderança inadequado impactam a atividade gerencial, utilizando a Teoria do Reforço Cognitivo como base teórica. Foram aplicados instrumentos como a Escala de Vulnerabilidade ao Estresse no Trabalho e o Inventário de Sintomas de Stress, abrangendo 400 agentes penitenciários e gerentes prisionais.
Os resultados revelam altos níveis de estresse, associados a problemas como absenteísmo e abuso de substâncias. A análise demonstra que a relação entre estilo de liderança e estresse compromete a eficácia das tarefas, mesmo em unidades com gerentes experientes e qualificados.
