SINOPSE
Sentir que a equipe desmorona emocionalmente em momentos de crise é uma experiência comum entre líderes. A presença do líder se torna uma âncora de estabilidade em ambientes de alta pressão, como UTIs e emergências. Através da Teoria Polivagal, é possível entender como o corpo pode ser uma ferramenta poderosa para promover segurança emocional e conexão.
Aprender a ler sinais não verbais de exaustão e aplicar técnicas de co-regulação são essenciais para uma liderança eficaz. Estratégias práticas para reuniões e feedbacks, além de exercícios aplicáveis, ajudam a transformar a liderança, promovendo uma abordagem mais humana e respeitosa.