SINOPSE
A crescente demanda por metais como cobre, prata e ouro, impulsionada pela produção de tecnologias de comunicação, destaca a importância do setor de mineração. Contudo, essa atividade pode gerar consequências econômicas, ambientais e sociais prejudiciais, como evidenciado pelos trágicos rompimentos das barragens em Minas Gerais. A partir da experiência em um projeto no Pará, é apresentado um modelo de gestão que busca mensurar e mitigar esses impactos.
Esse modelo, conhecido como licença social para operar, enfatiza a participação e o diálogo entre comunidades locais e empresas. Ao promover a transparência na condução de projetos, busca-se discutir alternativas para um desenvolvimento sustentável e responsável, reafirmando o compromisso com a gestão dos impactos sociais e ambientais.