SINOPSE
Observando as cidades brasileiras, é possível perceber as diversas injustiças que permeiam as relações entre o Estado e a população. A pandemia evidenciou a falha do Estado em garantir direitos básicos, revelando a trivialidade da injustiça social decorrente do descumprimento dos direitos constitucionais. Essa realidade levanta questões sobre a legitimidade da autoridade política e a relação entre injustiças e o exercício do poder estatal.
A análise se concentra nas vozes de pessoas em situação de rua, que enfrentam o medo e a crueldade diariamente. A pesquisa argumenta que o Estado brasileiro carece de legitimidade política, pois perpetua relações de exclusão e não atua para diminuir a injustiça social, utilizando um padrão normativo que nega direitos e reforça a vulnerabilidade.