SINOPSE
Abordagens críticas ao letramento são exploradas sob uma perspectiva internacional, destacando sua natureza social e as práticas que o envolvem. A leitura e a escrita são apresentadas como atividades multifacetadas, que devem ser compreendidas em contextos transculturais, desafiando visões etnocêntricas que priorizam uma única forma de letramento.
Um modelo ideológico é proposto, onde as práticas de leitura e escrita estão ligadas a significados culturais e relações de poder. Questões como identidade e agência são fundamentais para a reconfiguração do estudo do letramento, especialmente em um momento crítico no Brasil.
