SINOPSE
Novas veredas do processo transatlântico da escravidão são exploradas, revelando as complexidades do longo período escravista. As interpretações da experiência da diáspora atlântica se ampliam, destacando estratégias, resistências e saberes que, na busca pela liberdade, deram origem à música, à dança e a formas de expressão que desafiam o racionalismo colonial.
No tempo presente, essas reflexões se tornam urgentes, recriando o passado como uma interferência política, social e cultural. O terreiro emerge como um espaço vital para as memórias do corpo negro africano, reafirmando sua potência e legado.
