SINOPSE
Durante o isolamento imposto pela pandemia, a janela de um apartamento se transforma em um portal para o mundo exterior. Através de versos profundos, o protagonista revela suas vulnerabilidades enquanto observa a rua das Laranjeiras, que reflete suas angústias e anseios. A casa, ao mesmo tempo abrigo e prisão, se torna um espaço de segurança e contemplação, onde a paralisia se torna um elemento essencial para a criação poética.
Neste ambiente íntimo, a busca por significado e conexão se intensifica, revelando a luta interna entre a solidão e a necessidade de expressão. A poesia emerge como um refúgio, permitindo que sentimentos complexos ganhem forma e voz em meio ao caos do cotidiano.
