SINOPSE
Ruínas sempre despertaram reflexões profundas, levando a questionamentos sobre a própria existência. Observações de civilizações antigas, como gregas e romanas, revelaram uma necessidade de expressar essas impressões. A metáfora das ruínas se estende a desajustes sociais, ambientais e culturais, convidando à introspecção sobre o que elas comunicam e como podem ser reinterpretadas.
A pandemia trouxe uma nova camada de ruína: o distanciamento social. Os poemas surgem como um convite à reflexão, propondo um repensar sobre a reconstrução de laços e a busca por um tempo que transcenda o cronológico, revelando a impermanência e a oportunidade de transformação.