SINOPSE
Uma análise profunda explora a relação entre Kafka e a figura paterna, inserida no contexto do Humanismo Ateu. Reflexões sobre psicanálise, teologia e sociologia permeiam a discussão, levantando questões sobre a condição humana diante da morte de Deus e a angústia existencial que a acompanha.
O texto investiga como a obra de Kafka, através de suas metáforas e linguagem, antecipa debates sobre individualismo e pertencimento, revelando a complexidade da experiência humana em um mundo em transformação.
