SINOPSE
Frente à injustiça social, surge a reflexão sobre a atuação do cristão e da igreja. Exemplos dos profetas de Israel clamam por mudanças socioeconômicas em favor dos necessitados, enquanto o Novo Testamento encoraja a submissão às autoridades. A conciliação dessas perspectivas opostas levanta questões profundas sobre a responsabilidade social e espiritual.
Desafiando discursos políticos, a análise propõe que a verdadeira motivação para respeitar os necessitados não se baseia apenas na reestruturação social, mas na transformação interior proporcionada por uma fé genuína no Senhor Jesus Cristo.
