SINOPSE
Uma análise profunda das relações entre Capital, Estado e Trabalho no contexto contemporâneo revela o papel ambíguo da Justiça do Trabalho. A investigação mostra como essa justiça, em vez de proteger os direitos dos trabalhadores, muitas vezes favorece o Capital, perpetuando desigualdades e desrespeitando legislações fundamentais, como o direito à greve.
Essas reflexões são essenciais para compreender o movimento sindical brasileiro e a luta por direitos sociais em um cenário de crescente precarização do trabalho. A obra contribui para o debate crítico nas Ciências Humanas e Sociais, promovendo a emancipação humana e a resistência ideológica.