SINOPSE
Um coletivo de pessoas se mobiliza em torno de um propósito político comum, explorando o agir direto sem mediação. Duas perspectivas antagônicas são analisadas: a de um pensador que vê esse agir como aclamação de um povo consciente e a de outro que o interpreta como ativismo que desafia a soberania do Estado. Essa dinâmica revela um modelo de liberdade e mudança desejada.
As manifestações de junho de 2013 nas principais cidades do país são examinadas à luz dessa dialética entre autoridade e anarquia, refletindo a complexa relação entre violência e democracia.