SINOPSE
Uma filha observa a lenta deterioração de seu pai, que enfrenta a demência, enquanto a memória os distancia. A narrativa revela a fragilidade dos laços familiares, marcada por gestos confusos e momentos de lucidez.
Com uma sensibilidade única, a autora utiliza a metáfora do arqueólogo, que busca vestígios do passado, para explorar essa relação complexa. A obra se destaca pela honestidade e lirismo, proporcionando uma reflexão profunda sobre a memória e o amor em meio ao sofrimento.