SINOPSE
Registros históricos revelam a prática divinatória que fundamenta a religiosidade afro-brasileira, destacando a importância das tradições orais na transmissão de saberes. A prática do jogo de búzios, introduzida pelos africanos escravizados no Brasil no século XVIII, se consolidou no Candomblé do Engenho Velho, em Salvador, onde novas adaptações culturais foram criadas para preservar as crenças ancestrais.
A mesa do jogo se torna um espaço sagrado, onde a energia dos participantes se conecta, revelando a profundidade da espiritualidade do povo de santo. A pesquisa e os registros orais contribuem para a valorização e manutenção da memória cultural afro-brasileira, ressaltando a riqueza desse legado.