SINOPSE
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Palavras que parecem simples, como “Jia”, revelam a profundidade da ancestralidade e da natureza. O poeta explora a magia dos olhos d’água, onde a jia se torna guardiã de um mundo em transformação. Em meio a lembranças de um passado rico, a busca pela perdiz e a pureza da água se entrelaçam, criando um espaço sagrado que resiste à modernidade.
Com versos que evocam a essência telúrica, a obra traz poesias sonoras que capturam a memória e a beleza do cotidiano. Imagens visuais complementam a experiência, enriquecendo a leitura e revelando a harmonia entre texto e ilustração, tornando a obra uma celebração da poesia e da vida.
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