SINOPSE
Dois filmes revolucionários transformam a representação de uma figura icônica no cinema, não apenas por serem musicais, mas também pelo contexto histórico em que foram lançados. As produções desafiam normas e renovam a imagem de Jesus, embora seus avanços pareçam esquecidos diante do retrocesso estético e narrativo observado atualmente.
Embora não sejam considerados filmes oficiais da contracultura, suas abordagens subversivas são inegáveis. É surpreendente que ambas as obras continuem a receber apoio das instituições religiosas, refletindo a complexidade de suas mensagens e o impacto cultural que ainda exercem.




