SINOPSE
A iridologia se apresenta como uma prática intrigante, abordando suas virtudes e as controvérsias que a cercam. A evolução dos equipamentos, desde a inspeção visual até a captação digital de imagens, tem atraído tanto adeptos quanto críticos fervorosos, gerando debates acalorados sobre suas reais possibilidades. A ideia de que a íris pode refletir o estado geral do corpo é antiga, mas a prática atual ainda enfrenta desafios para se consolidar na terapia holística.
A revitalização da iridologia requer uma nova abordagem, afastando-se da herança médica do século XIX e explorando potenciais aplicações em avaliações energéticas e psíquicas. O SINTE, como órgão neutro, desempenha um papel crucial na definição de padrões que promovam a prática de forma segura e legal, contribuindo para o desenvolvimento da técnica e sua aceitação no mercado brasileiro.