SINOPSE
Os conceitos de intuição e método intuitivo em Henri Bergson apresentam uma complexidade intrigante. A relação entre esses termos levanta a questão de como a intuição, um conhecimento imediato que dispensa o raciocínio, pode ser considerada um método, que normalmente envolve mediações e raciocínio. A análise da filosofia bergsoniana, incluindo os conceitos de duração, memória, instinto e inteligência, oferece uma perspectiva enriquecedora para compreender essa dualidade.
A investigação proposta busca esclarecer as nuances que diferenciam e conectam esses conceitos, revelando a profundidade do pensamento de Bergson. Através dessa abordagem, é possível explorar como a intuição se insere no contexto mais amplo da experiência humana e do conhecimento.
