SINOPSE
Determinadas intersecções de raça, gênero, classe, sexualidade, nacionalidade e religião revelam a presença alarmante da violência, muitas vezes letal. A análise de casos reais de agressão contra grupos específicos destaca ideias, ações e movimentos de resistência que emergem como respostas a esse problema social crescente. Situações como o assassinato de Marielle Franco e a condição das mulheres aborígenes na Austrália são exploradas para ilustrar a aplicação do conceito de interseccionalidade nas análises sobre desigualdade e injustiça.
Com uma abordagem acessível, o texto convida à reflexão sobre as raízes estruturais da violência, desafiando a noção de que essa é uma condição inevitável. A obra se torna essencial para aqueles que desejam aprofundar suas compreensões sobre as conexões entre violência, relações de poder e desigualdades, promovendo um engajamento ativo na luta por justiça social.