SINOPSE
Conceitos de interesse próprio e público são analisados em suas interações nas filosofias moral e política de Hume. A relação entre esses conceitos revela tensões, onde a teoria egoísta pode ser vista tanto como vício quanto como virtude, desafiando a compreensão da natureza humana e da simpatia. A origem da justiça se entrelaça com juízos morais, exigindo uma análise dos fundamentos que sustentam a ordem social.
Dividido em três partes, o texto interpreta a virtude do interesse próprio, explora sua natureza egoísta e discute a complexidade do conceito de simpatia, revelando as nuances entre vício e virtude na moralidade humana.