SINOPSE
Complexas dinâmicas moldam decisões estratégicas em rivalidades estatais e conflitos militares. A Guerra do Yom Kippur (1973) é analisada sob a ótica da reputação, credibilidade e imagem internacional, que influenciam o cálculo de custo-benefício em respostas a ataques militares surpresa. Variáveis intangíveis oferecem percepções que moldam escolhas estratégicas, impactando diretamente as ações de Egito, Síria e Israel.
Uma abordagem interdisciplinar investiga teorias sobre rivalidades territoriais e inteligência de alerta, reconstruindo eventos políticos e militares que culminaram no conflito. A análise revela como a “descrença política” pode ser reinterpretada por questões de reputação e imagem entre Estados, sendo essencial para estudiosos e profissionais de Relações Internacionais e Estratégia Militar.