SINOPSE
A inovação tecnológica, especialmente no campo da Inteligência Artificial, apresenta novos desafios ao Direito Internacional Humanitário. A expectativa é que, em breve, armas autônomas letais sejam utilizadas em conflitos armados, operando com autonomia em decisões críticas sobre a vida humana e a destruição de bens civis. Essa realidade levanta questões sobre a conformidade dessas tecnologias com os princípios do DIH.
O debate central gira em torno da aplicação da IA em sistemas de armas e suas implicações legais. A busca por soluções jurídicas adequadas se torna essencial para enfrentar os riscos associados à delegação do uso da força a algoritmos, visando garantir a proteção dos direitos humanos em cenários de conflito.