SINOPSE
Nas interações sociais e econômicas contemporâneas, a presença de agentes artificiais tem se tornado cada vez mais comum, atuando em diversas áreas, como comércio eletrônico e finanças. Embora a maioria desses agentes ainda opere de forma semiautônoma, pesquisas indicam que a autonomia plena pode estar próxima, levantando questões sobre suas ações não previstas por humanos.
Esse cenário provoca reflexões sobre o tratamento jurídico a ser dado a esses agentes autônomos, especialmente em casos de danos. A discussão abrange a possibilidade de reconhecer esses agentes como pessoas, em vez de meros objetos, e a criação de um sistema de responsabilidade civil e seguros para compensações necessárias.
