SINOPSE
O espaço urbano de Salvador-Bahia revela uma estrutura marcada por desigualdades, especialmente nas áreas periféricas, onde a população, em sua maioria pobre e negra, enfrenta desafios diários. A falta de atenção do poder público a essas comunidades intensifica as desigualdades socioespaciais, gerando um ciclo de precariedade que afeta a qualidade de vida dos moradores.
Questões emergem sobre as razões desse descaso institucional, que se reflete na infraestrutura urbana deficiente. A análise das gestões entre 1996 e 2021 busca compreender as políticas públicas e o planejamento urbano implementados, focando nos espaços mais vulneráveis da cidade.