SINOPSE
Publicado em 1919, o ensaio aborda a transição crucial na ciência e na vida pública europeia. Com uma reflexão sobre o método científico, busca esclarecer a natureza da indução e dedução, defendendo uma postura crítica e responsável diante da ciência e da política. A crítica à visão ingênua de que a ciência avança apenas pela coleta de fatos é central, propondo que os avanços se dão pela formulação de princípios hipotéticos que são testados pela experiência.
Além disso, destaca que a escolha entre teorias que explicam os mesmos dados depende do juízo intuitivo do pesquisador. O texto sugere que uma abordagem ética e cultural mais ampla pode contribuir para a renovação política e espiritual da sociedade, promovendo uma reflexão desapaixonada sobre os fins comuns da humanidade.