SINOPSE
Uma análise profunda das teses que sustentam coletivismo e individualismo revela como a mentalidade coletiva se enraizou na sociedade, especialmente em contextos onde o Estado precedeu a organização civil. A expectativa de que soluções para problemas sociais venham de grandes intervenções estatais perpetua uma cultura de acomodação, dificultando a formação de uma cidadania ativa e crítica.
O individualismo, por sua vez, é apresentado como uma abordagem que valoriza o ser humano como um fim em si mesmo, desassociando-se de práticas que promovem a dependência do governo. A reflexão crítica sobre essas duas correntes oferece insights valiosos sobre suas implicações ético-políticas.