SINOPSE
Reflexões sobre a contribuição dos negros e mestiços na formação da cultura brasileira são essenciais para compreender a sociedade atual. No entanto, é comum que essa análise seja influenciada por estereótipos enraizados, como a “mulata faceira” e o “negro servil”, que persistem no imaginário coletivo. Esses conceitos, muitas vezes inconscientes, moldam a percepção sobre a história e a identidade nacional.
Um exame cuidadoso dos diferentes “tipos negros” presentes na literatura dos primeiros séculos do Brasil é fundamental para desconstruir essas ideias. A pesquisa busca aprofundar o entendimento sobre como esses estereótipos foram formados e sua relevância na narrativa cultural do país.
