SINOPSE
A relação entre fotografia e morte é explorada por meio de retratos mortuários e cemiteriais, com foco em produções da Europa, Estados Unidos e do Rio Grande do Sul, entre 1890 e 1963. Essas imagens refletem uma cultura visual significativa nas sociedades ocidentais, servindo como artefatos que atendem aos anseios coletivos diante da morte.
Com 68 fotografias apresentadas, a análise abrange aspectos históricos, memória, forma e função, destacando a fotografia como um elemento cemiterial essencial que dialoga com outros signos funerários, revelando questões culturais e sociais profundas.