SINOPSE
O desenvolvimento da filosofia moderna é analisado a partir do empirismo inglês, destacando a relação entre idealismo e ceticismo como momentos essenciais do pensamento. A filosofia da experiência, iniciada por Locke, argumenta que o conhecimento provém da percepção sensível, mas essa abordagem limita-se a conteúdos particulares, enquanto o pensamento busca universalidade.
A transformação proposta por Berkeley, que considera os objetos como percepções do espírito, ainda não resolve a tensão entre consciência e realidade. O ceticismo de Hume, ao reduzir a experiência a hábitos subjetivos, revela a insuficiência do empirismo e antecipa a crítica kantiana.