SINOPSE
Reflexões sobre a experiência de um carnaval em Salvador revelam a proximidade com a Idade Média, ao se enfrentar a escassez de opções em um supermercado. A busca por uma garrafa de gim se transforma em uma crítica à monocultura, simbolizada pela cerveja ordinária disponível, refletindo a imposição de marcas pelos poderosos da festa.
A celebração momesca, com suas novas máscaras a cada ano, expõe a repetição de padrões culturais, onde ritmos como axé e pagode se entrelaçam com a realidade contemporânea. Uma análise provocativa que desafia a percepção do carnaval e suas tradições.
