SINOPSE
Na Idade Média, a mulher era frequentemente vista como um ser a ser subjugado, moldada para se adequar ao papel de esposa desde a infância. Os ensaios exploram a posição social feminina e as transformações do amor nesse contexto, revelando uma sociedade predominantemente masculina, onde a mulher era considerada a “parte oculta”.
Os textos abordam temas como o casamento monogâmico, as estruturas familiares e o amor cortês, oferecendo novas interpretações e reflexões sobre o sofrimento físico da época. Essa análise crítica contrasta com a visão contemporânea sobre a liberação feminina e o casamento tradicional.
