SINOPSE
Abordagens que priorizam a humanização em UTIs pediátricas e neonatais são essenciais para o bem-estar das crianças e suas famílias. A internação em ambientes críticos gera sofrimento físico e psicológico, tornando fundamental um atendimento que considere a criança como um ser humano integral, além de focar apenas na doença. A assistência emocional aos familiares também é crucial, pois eles se tornam “pacientes” em sua própria jornada de enfrentamento.
Estratégias que visam controlar emoções e minimizar o estresse são apresentadas como ferramentas valiosas para melhorar a experiência de todos os envolvidos. O trabalho é um recurso indispensável para profissionais de saúde, como pediatras, enfermeiros e psicólogos, que buscam oferecer um cuidado mais empático e eficaz.
