SINOPSE
Refletir sobre a natureza do tempo revela que sua vivência não é apenas uma questão física, mas uma construção moldada por fatores históricos, culturais e econômicos. A maneira como organizamos dias e semanas reflete escolhas normativas que impactam a vida coletiva. A proposta de uma reforma no calendário, com treze meses regulares e semanas invariáveis, surge como uma alternativa para enfrentar desafios como a sobrecarga laboral e a gestão pública.
Essa reorganização não se limita a teorias, mas busca soluções práticas para problemas contemporâneos, dialogando com diversas áreas como economia, Direito e administração. A transformação do calendário pode ser um passo significativo rumo a uma sociedade mais equilibrada e produtiva.