SINOPSE
Conectividade e acesso à informação não garantem escolhas racionais na política. Instintos primitivos, emoções e vieses cognitivos moldam comportamentos que frequentemente resultam em autoengano e polarização. Por meio de uma análise profunda, são reveladas as forças invisíveis que influenciam as decisões eleitorais, destacando a intersecção entre neurociência e política.
A discussão sobre política se torna mais rica ao considerar fatos históricos e científicos, explorando a natureza humana sob diversas perspectivas, como biologia, antropologia e psicologia. Uma nova visão sobre as motivações políticas aguarda o leitor.








